União Zoófila e Associação Zoófila Portuguesa


TORNE-SE SÓCIO; ADOPTE OU APADRINHE UM ANIMAL; FAÇA VOLUNTARIADO!ESCOLHA...UM PEQUENO GESTO FAZ TODA A DIFERENÇA!

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Ser Enfermeiro...

Thursday, May 1, 2008

(in)felicidades


Expulsar tudo. Ou esquecer. É a ambivalência que me cerca a alma de momento. Ou melhor, nos últimos dias. Sinto e percepciono esta triste e normal realidade que às vezes se despoleta perto de mim. Que me leva a pensar e sentir. Pensar no melhor passo para determinado momento, consequências resultantes para o próximo, melhores estratégias para abordar as situações. E sentir...o que cada momento infelizmente proporciona. A minha responsabilidade no quadro geral, no seu desenrolar futuro. Acabo por ter um “fardo” que não desejo a ninguém. Fardo este cujo peso logicamente é relativo conforme os contextos. Contudo, com 20 anos, tenho a (in)felicidade de ter uma experiência que me faz ter de avaliar tudo isto com outros olhos. Embora não seja o actor principal destas situações, torno-me num bastante participativo por força da necessidade e da responsabilidade que me foi instituída pela família, pelas opções académicas e acima de tudo pelo meu modo de ver a vida. E não denego a minha responsabilidade e o peso das minhas acções. Porque amo bastante a vida e certas pessoas para isso. É triste haver momentos como estes, que nos põem há prova em tantas dimensões possíveis. Jogar com o emocional, o psicológico, o físico, o cultural e para piorar tudo, o social. O “alargar das fronteiras” subjacente a este último acaba por ser um aspecto que tanto piora tudo. Não posso deixar de rir cinicamente quando comparado esta realidade com a outra que me acompanhou tantas vezes por dia nas consultas de saúde infantil. Mas a vida, anfitriã do amor, à semelhança deste, rege-se pela oferta de ambos os pólos experienciais: alegria, tristeza, muito, pouco, força, fraqueza, etc. Mas a minha atitude de lutar de frente e ter o coração que me caracteriza advém em parte desta situação que se desenrola. E cansa, pois. Além de desolar muito. Mas felizmente estes aspectos estão dentro dos padrões “normais” de todos nós e pelo menos em relação a estes posso estar descansado porque são o que chamamos e esperamos de “naturais”.É também triste e traz alguns momentos de revolta ter de manejar este fardo sozinho. Ninguém pode compreender toda esta situação, porque só o consegue quem a vive. Naturalmente, outros, bem poucos, podem perceber certos aspectos. E outros nem sonham, porque tenho a sorte de valorizar o que vale aproveitar da vida e de transmitir isso sempre que possa. Para quê falar do que é triste quando podemos partilhar e desfrutar o que nos justifica a existência? Ninguém é de ferro, todos temos elacções e as depressões próprias dos inúmeros contextos que nos envolvem. Acabo sempre por encontrar a perspectiva positiva em tudo, de querer viver e aproveitar ao máximo o próximo dia. Mas há contextos bem complicados que me obrigam a dar tudo por tudo em mim. E quantas vezes estas forças ameaçam quebrar certos estados de espírito e certos valores que me são intrínsecos...falham sempre mas muitas vezes voltam. A não ser que as ataque de novo, sozinho ou com terceiros, imprimindo a tantas alturas da vida um ritmo alucinante que certamente não me dá descanso nos próximos tempos. Mas como a minha personalidade não muda, “um sorriso ou quiçá riso, ao invés do ouro são o tesouro!”. A todos aqueles que verdadeiramente amo, me conhecem, partilham tudo o que são, e que realmente têm estado presente sempre, um grande abraço de agradecimento! Ter-vos é um privilégio!

2 comments:

Tevez said...

“um sorriso ou quiçá riso, ao invés do ouro são o tesouro!”. Sei bem o q qrs dizer, i o k pretendes c estas palvras. mas ha q levantar a cabeça, o show must go on. you know that...

força, tamos ca pa ti;)

grand abrç

Tadeu_o_fartador said...

epa, mais um grande post do man ( tanto em tamanho como conteudo ) ja disse e volto a dizer, tens jeito para a escrita e gosto de te ver a fomentar essa tua veia literaria.
Continua man, levanta a cabeça e segue em frente, isso faz-nos mais fortes.