União Zoófila e Associação Zoófila Portuguesa


TORNE-SE SÓCIO; ADOPTE OU APADRINHE UM ANIMAL; FAÇA VOLUNTARIADO!ESCOLHA...UM PEQUENO GESTO FAZ TODA A DIFERENÇA!

Vancouver Olympic Shame: Learn more. Por favor AJUDE a cessar este massacre infame! Please HELP stopping this nounsense slaughter! SIGN

http://www.kintera.org/c.nvI0IgN0JwE/b.2610611/k.CB6C/Save_the_Seals_Take_Action_to_End_the_Seal_Hunt/siteapps/advocacy/ActionItem.aspx

http://getactive.peta.org/campaign/seal_hunt_09?c=posecaal09&source=poshecal09

Ser Enfermeiro...

Thursday, June 21, 2007

Tha Cliff

Isto é o tipo de coisas que um gajo está destinado a encontrar no youtube a altas horas e que o faz sentir que a noitada afinal serviu para alguma coisa..."Tha Cliff"!



Wednesday, June 20, 2007

Telefonema

E para rir aqui fica um dos telefonemas mais famosos de Portugal.São poucos os que nunca o ouviram, tal os mails em que circula há anos e alguns sites da net que o disponibilizam.

Tuesday, June 19, 2007

Chama que o vento forte não apaga

Hoje, após as aulas, permiti-me a mim mesmo uma reflexão que estava a precisar há largo tempo. Tudo graças à companhia de três pessoas, várias conversas e um livro de António Simões, " Amor é fogo que arde sem se ver e outros Sonetos". Um grande abraço para elas, a quem, juntamente comigo, dedico este poema!

I. Chama que o vento forte não apaga

I.

Eu cantarei de amor tão docemente
Que só tua alma possa ouvir-me,
E este amor que é forte e firme
A ti te chegue de forma diferente

Eu cantarei de amor como quem sente
A ternura da Terra a invadir-me.
Mermúrio de seara ou o seu lume
Embrulhada em meus versos em ti entre.

Pelos ouvidos da alma que ouvem tudo,
Meu canto te penetre sem rumor
O teu corpo se aposse por inteiro

De lábios cerrados, eu fico muda-
Dos olhos sai este canto d`amor
Sendo silente, é forte e verdadeiro.

António Simões

Monday, June 18, 2007

Muse

Saudações!Mais um dia, mais uma etapa penosa rumo a um descanso merecido. A falta de tempo para as necessidades mais básicas é tal que me lembro sempre desta música dos Muse. Uma das minhas preferidas deles, visto a multiplicidade de situações a que se adapta e claro o grande som. E aproveito para mandar um abraço ao Hnn, Armando e primo Diogo pelas vivências do X SBSR, com quem tive o privilégio de os ver actuar, ainda não eram tão conhecidos. E eu que tanto gozava com o Hnn tenho que concordar..foi o melhor concerto daquele festival.Não o admiti na altura porque Linkin Park é Linkin Park mas foi realmente brutal! E a todos Resendeiros because " our time is running out"!



Muse - Time Is Running Out

I think I’m drowning
Asphyxiated
I wanna break the spell
That you’ve created

You’re something beautiful
A contradiction
I wanna play the game
I want the friction

You will be
The death of me
Yeah, You will be
The death of me


Bury it
I won’t let you bury it
I won’t let you smother it
I won’t let you murder it

Our time is running out
And our time is running out
You can’t push it underground
We can’t stop it screaming out

I wanted freedom,
But I’m restricted
I tried to give you up
But I’m addicted

Now that u know I’m trapped
Since ovulation
You’ll never dream of breaking this fixation
You will squeeze the life out of me

Bury it
I won’t let you bury it
I won’t let you smother it
I won’t let you murder it

Our time is running out
And our time is running out
You can’t push it underground
We can’t stop it screaming out

How did it come to this
Ooooh yayayayayaya
Ooooh yayayayayaya
Ooooh yayayaya oooohh

You will suck the life out of me

Bury it
I won’t let you bury it
I won’t let you smother it
I won’t let you murder it

Our time is running out
And our time is running out
You can’t push it underground
We can’t stop it screaming out

P.s: Obrigado Marta pelas músicas!

Sunday, June 17, 2007

Simpsons

Um dia após o jogo dos Sub-21 e no dia da grande decisão na Liga Espanhola,apetece-me partilhar com vocês um pouco de Simpsons!Saudações e as 20:00 tudo na SporTv!

Saturday, June 16, 2007

The little things give you away

Há pouco mais de uma semana os Linkin Park,juntamente com Pearl Jam (que arrasaram) vieram ao Oeiras Alive 07. E como há terceira é de vez, depois de Pavilhão Atlântico e SBSR (Super Bock Super Rock), não os vi. Ficará a quarta para outra vez. E como é tempo do novo álbum, "Minutes to Midnight", aqui deixo a especial "The little things give you away", a mim divulgada pioneiramente pelo grande Diogo (para a próxima está combinado!).

Friday, June 15, 2007

Frize

Anúncios da Frize que nunca passaram na televisão.



Wednesday, June 13, 2007

Fim da semana

E venha outro feriado!Embora para muitos de descanso não tenha muito ou mesmo nada. Mas é feriado à mesma e ,acima de tudo, viva o Santo António! Para os interessados em saber mais sobre a vida deste grande homem deixo-vos aqui uma referência sucinta: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Ant%C3%B3nio_de_Lisboa

E informo-vos também que amanhã a Jean Watson estará presente na sala de conferências da reitoria da Universidade Nova de Lisboa, a partir das 15 H. para proferir o tema da conferência "Post- Modern Nursing". O convite é dirigido a todos os enfermeiros e outros profissionais de saúde, assim como aos estudantes. Os estudantes de enfermagem têm entrada livre.
A teórica em questão será ainda condecorada com a medalha da Universidade de Lisboa.
Por último, além de referir que amanhã haverá a nossa grande festa de despedida da ESEMFR, aberta também aos estudantes das outras escolas de enfermagem de Lisboa, não posso deixar de tocar no grande evento de 6ªF: Dj Tiesto na ribeira do Porto, das 19 às 6 H. O melhor Dj do mundo também com entrada livre. Curtam o som!





Tuesday, June 12, 2007

Anúncio

Hoje trago-vos de novo "El Pibe", artista que nunca apreciei muito como pessoa mas cuja obra me delicia ver. E falar de Maradona é consequentemente falar de todo o "endeusamento" da sua pátria. Um dos fenómenos mais mágicos do futebol! Este anúncio para o programa dele, "La noche del diez", é simplesmente genial.

Monday, June 11, 2007

Solução

Mais um dia na Resende de imensos trabalhos,aulas,reuniões e serões ... a luz ao fundo do túnel parece que se afasta à medida que para ela caminhamos. Por isso lembrei-me de recorrer à Mad Tv para procurar uma solução, ou, pelo menos, algo que atenue todo este longo processo.E eis o resultado!

Sunday, June 10, 2007

Saturday, June 9, 2007

Moonlight sonata

A "Sonata ao luar" ou "Quasi una fantasia",nome original dado por Beethoven derivado de a obra não seguir o padrão tradicional de uma sonata, foi composta em 1801 e dedicada à Condessa Julia Guicciardi, sua aluna. Segundo consta Beethoven estaria ou teria estado apaixonado por ela. Em 1832, vários anos após a morte do compositor,Ludwig Rellstab, poeta e crítico musical alemão, comparou a música do primeiro movimento ao brilho do luar sobre as águas do Lago Lucerna, justificando o nome por que passou a ser conhecida a composição.


Moonlight sonata mvt. 1

Friday, June 8, 2007

Gladiator OST


Acima de tudo, um ideal...

Wednesday, June 6, 2007

Eruntalon

Chovia com grande intensidade! O cavaleiro encontrava-se quieto, encostado ao seu cavalo Lomion, um garanhão branco oriundo da sua terra natal. Ao pescoço usava uma cruz onde se encontrava Elerrina inscrito a dourado. Na espada que empunhava com firmeza, apesar do uso bem visível, distinguia-se com clareza na sua lâmina as palavras ore-ril gravadas a cor de fogo. Encontrava-se alheado do que o rodeava...estava interiormente a consciencializar-se do fim, de apenas mais outro para a galeria das suas vivências...a batalha acabara. Os sons dela, outrora sonantes, haviam-se desvanecido. No entanto, naquele exacto momento, contrastando com os sons das montadas e dos sobreviventes, não ouvia nada. Encontrava-se submerso num abismo sensorial insensível à estimulação exterior. Tudo nele era silêncio. Consequentemente, só tinha a percepção de si mesmo. Só um leve zumbido se mantinha. Havia mergulhado num estado de torpor, resultante do fim daquele vastíssimo momento de grande exaustão física, mental e de grande adrenalina. Apenas mais um. Era frequente ocorrerem estas situações. Não seria a primeira e, numa perspectiva de sobrevivência, com crença, não seria a última. De olhos abertos, o seu olhar era vago. Imagens do sucedido desfilavam à sua frente, o chão era um espelho reflectindo o que se desenrolava na sua mente. Lembrou-se do prelúdio da batalha: os seus raciocínios, sentimentos, a inconsciencialidade de muitas das suas acções, do que o moveu e incitou a lutar. Recordou o momento em que com os seus companheiros de armas se viu rodeado dos seus opositores. De repente, uma entidade, uma Aranel, havia captado a sua atenção. A luta foi renhida. O choque e o conflito foram, visto numa perspectiva exterior, de uma grande entrega. Ambos transportaram para a luta uma dinâmica e conhecimentos oriundos de toda uma aprendizagem de vida, juntando-se a inspiração do momento. Um confronto de estilos diferentes, uma partilha das suas identidades através do choque do aço, da movimentação logística, perseverança e das expressões dos dois. Muito do que o cavaleiro era transmitiu-o ali. Recordou os seus passos e as sucessivas reacções do adversário. A luta desenrolou-se numa verdadeira antítese temporal. Momentos que se desenrolaram de modo célere para uns, foram compassados para outros e diria mesmo intemporais para alguns. Mas somando o rol dos acontecimentos, era inegável que estava implícito uma grande duração. O conflito terminou quando os dois grupos, por obra das perdas e do acaso, situaram-se no local oposto ao do início da luta, o caminho certo para continuarem as respectivas demandas. Aí, ambas as facções recuaram nos seus instintos conflituosos e seguiram caminho. Numa frase, o cavaleiro viu o filme do sucedido. E então sim, emergiu da sua clausura sensorial, desfez-se o turpor, vieram os sons envolventes, a sensação da chuva e a dor... aguda e perfurante, oriunda das heranças do confronto, sulcos carnais provocados pelo vil metal, futuros adereços estampados em si para a imortalidade da sua mortalidade. O arco reflexo reclamou a sua existência, mas os membros pouco se mexeram. Tinha os músculos doridos mas sabia que no dia seguinte estaria pior. Não se importava.

De repente avistou o seu colega de armas e grande amigo Mirimon. Conhecia-o há já um largo tempo. Eram de terras próximas e o que os movia era o mesmo objectivo. Tinha bastante destreza e revelou desde cedo ser um excelente guerreiro. Juntos muitas vezes faziam a diferença por onde passavam, mesmo que em situações complicadas e desiguais. Já tinham conseguido efectuar maravilhas, muitas esfumadas com o tempo, outras relembradas na memórias de terceiros. Cumprimentaram-se. A alegria de rever um irmão de armas elevou-se às outras variáveis que atormentavam a existência pontual do cavaleiro.

Era tempo de cauterizar as feridas. Várias. Metal ao lume, um ferro quente, álcool quando havia e não hesitar. Serrar os dentes, aguentar a dor e deixar o tempo actuar. Ele tudo cicatriza! É a chave para muito quando o Fado lhe é proporcional em aventuras, conflitos e tristezas.

Após os curativos, descansaram um pouco.

Acordaram com as lambidelas de Heru Belethil , o cão do cavaleiro, fraternalmente e habitualmente apelidado de Heru. Seu grande amigo, era de uma companhia e utilidade inestimável: aquecia-o no inverno, nas dormidas ao relento e revelava-se de uma grande ajuda no combate. Devido às suas dimensões reduzidas e a ser rasteiro, facilmente se abrigava do perigo das setas no campo de batalha e dificilmente era atingido por soldados inimigos no calor da luta. Mordia frequentemente os membros dos adversários, principalmente os superiores, quando o cavaleiro ou um compatriota se encontrava em sérios problemas, dando-lhe tempo de se proteger e desviar o golpe do adversário. Também era perito na caça, tendo um dom especial no que se refere aos coelhos e a profanar as respectivas tocas. E além da vigilância, tinha muitas outras vantagens . O guerreiro ao se levantar foi de novo assaltado pelas dores. Um pano de fundo que continuava a irradiar a sua existência e levava a um contínuo esforço mental de abstracção. O Sol, rendido ao descanso próximo, ia-se refugiando sob as copas das árvores. Era tempo de partir para mais uma batalha que, quem sabe, culminasse no fim da guerra.

O cavaleiro, de nome Eruntalon , embora humano descendia vagamente de linhagem Élfica, tal como os congéneres da sua terra natal. Era um mercenário, não materialista, mas sim de crenças. Desde os tempos mais remotos que se tinha vendido a uma busca. A venda tinha sido a sua própria existência, uma fusão holística entre um ideal e tudo o que estava patente no seu cerne. Falar na sua crença era falar dele próprio.

Enquanto preparava a montada para a partida, pensou que alguns adversários muitas vezes não mereciam a batalha. Sentimentos que o assomavam raramente, e que eram passageiros. Por vezes concluía que era verdade mas eram desvios que tinham sempre latente algo de positivo. Devia-lhes muito do que sabia e se havia tornado. Os adversários constituíam parte do cavaleiro, tal como ele constituía parte deles. O busílis de toda a questão era saber se tinha resistência para tudo o que passou e o que iria vivenciar. Para o caso da crescente experiência não bastar, havia sempre o apoio de todos os seus irmãos de armas. Respirou fundo. Sabia qual o seu próximo destino: Metta. Mais uma etapa da sua demanda rumo a Mene. A distância entre este e o local em que estava presente era frequentemente percorrido por criaturas que davam uma boa luta, sobretudo quando em grupos numerosos, os Nainies. Iria ser mais um desafio. Mas tirando a dor e o cansaço, sabia que a sua crença estava cada vez mais reforçada. Lembrou-se então das sábias palavras de um ancião seu vizinho: “ o sentimento sem acção é estéril...mas a acção sem o sentimento é cega!”.

Montou Lomion e olhou para trás de si. Viu o caminho já percorrido. Tinha outra opção. Ir atrás da entidade em busca de uma desforra. Mas sabia onde isso o iria conduzir. “Não...sigo em frente. A proporcionar-se a desforra, que seja.”. Consciente que estava a decidir correctamente, assim como que a entidade provavelmente também ainda estaria a digerir os acontecimentos anteriores e relembrar-se-ia do sucedido para o futuro, colocou um possível reencontro nas mãos dos destino.

E juntou-se aos seus companheiros. Trocaram algumas palavras, congratularam-se pelo facto de se terem esforçado e terem um caminho a percorrer. Não tinham nada temer. Viam os desertores ou os que fugiam à guerra, a uma causa, e por vezes choravam interiormente por eles. Muitos desses cinicamente, sem lutar, alcançavam as suas metas. Outros sem lutar iriam chegar ao fim da guerra, Mas para estes guerreiros, conhecidos como ohtars, a sua identidade era incompatível com a inactividade. A sua magia advinha da luta pelos seus ideais e da forma como ela se desenrolava. Erradiavam o que outrora se chamara alcar, ou, na contemporaneidade, glória! E partiram rumo a um amanhã que, esperavam, seria diferente.

Um pouco de céu

"Um pouco de céu", de Mafalda veiga. Uma grande música. E tal como todas as outras a que já nos habituou, esta não foge à regra.Transmite muito.


Só hoje senti
que o rumo a seguir
levava pra longe
senti que este chão
já não tinha espaço
pra tudo o que foge
não sei o motivo pra ir
só sei que não posso ficar
não sei o que vem a seguir
mas quero procurar

e hoje deixei
de tentar erguer
os planos de sempre
aqueles que são
pra outro amanhã
que há-de ser diferente
não quero levar o que dei
talvez nem sequer o que é meu
é que hoje parece bastar
um pouco de céu
um pouco de céu

só hoje esperei
já sem desespero
que a noite caísse
nenhuma palavra
foi hoje diferente
do que já se disse
e há qualquer coisa a nascer
bem dentro no fundo de mim
e há uma força a vencer
qualquer outro fim

não quero levar o que dei
talvez nem sequer o que é meu
é que hoje parece bastar
um pouco de céu
um pouco de céu

Tuesday, June 5, 2007

The Unknown Rebel

Entre 15 de Abril e 5 de Junho de 1989 centenas de pessoas entre os quais estudantes, intelectuais e trabalhadores saíram para as ruas de Pequim exigindo reformas democráticas, adesão a princípios de liberdade e igualdade, assim como para protestar contra a corrupção do governo chinês. O cenário final foi a carga do exército que provocou o conhecido massacre da praça Tiananmem. A 5 de Junho desse ano, um desconhecido fez frente a uma coluna de 17 tanques perto da referida praça, imagem captada pelos repórteres e que correu mundo. A foto respeitante a este ganhou inclusive o Prémio Pulitzer em 1990. Esse indivíduo ficou conhecido por "the unknown Rebel"e o seu paradeiro desde então desconhecido. Poucos duvidam da sorte que lhe foi destinada, ainda por cima com a grande mediatização que o seu acto teve. Este último é hoje um símbolo de resistência e esperança, tendo sido o protestante eleito pela Times como uma das pessoas mais influentes do Séc. XX.


Monday, June 4, 2007

Family Guy

As melhores piadas religiosas de "Family Guy"!

Sunday, June 3, 2007

PES

Hoje deixo-vos uma homenagem ao grande PES, Pro Evolution Soccer, feito pelo meu grande amigo João André Venceslau, grande mestre nesta área! A ti e a todos os grandes momentos de jogatana que nos marcam desde o princípio da adolescência!E aos vindouros...

Saturday, June 2, 2007

Querida Pequenina

Hoje os grandes Xutos chegam a este espaço! Fornecida pelo Tevez, deixo-vos "Querida pequenina", uma canção que me é muito especial!


Querida pequenina
És o sol
Que me ilumina
Tens a luz
Que me fascina
Onde estás?

Passa tempo passa
Cai fundo
No esquecimento
Não oiças
O meu lamento
Onde estás?

Onde estás?

Friday, June 1, 2007

Parabéns!

Dia Mundial da Criança!E invariavelmente...parabéns Armandovsky! Que faças muitas mais vintenas! Força aí e até breve!Grande abraço