União Zoófila e Associação Zoófila Portuguesa


TORNE-SE SÓCIO; ADOPTE OU APADRINHE UM ANIMAL; FAÇA VOLUNTARIADO!ESCOLHA...UM PEQUENO GESTO FAZ TODA A DIFERENÇA!

Vancouver Olympic Shame: Learn more. Por favor AJUDE a cessar este massacre infame! Please HELP stopping this nounsense slaughter! SIGN

http://www.kintera.org/c.nvI0IgN0JwE/b.2610611/k.CB6C/Save_the_Seals_Take_Action_to_End_the_Seal_Hunt/siteapps/advocacy/ActionItem.aspx

http://getactive.peta.org/campaign/seal_hunt_09?c=posecaal09&source=poshecal09

Ser Enfermeiro...

Saturday, March 20, 2010

Nova tese

30 razões porque os cães atacam: link.


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Friday, March 19, 2010

Enfermeiros e SNS - Parlamento



Vi no blog Doutor Enfermeiro as intervenções parlamentares de hoje sobre os Enfermeiros,em primeiro lugar, e seguidamente sobre os restantes profissionais do SNS e as políticas adoptas para o mesmo. Face à natureza do estado da SNS, achei importante partilhar estas intervenções.



Thursday, March 18, 2010

Propaganda década 50

Hoje deixo-vos umas pérolas: propaganda americana dos anos 50 de sobrevivência a ataques nucleares. Sem por a causa a utilidade da mesma naquele contexto, alguma dela é fraudulenta e tem uns aspectos cómicos.



Gostei particularmente disto:

-A maior parte das pessoas expostas seriamente a radiação recuperam totalmente. Tem vidas normais e os filhos nascem sem sequelas. Vejam aquela família japonesa que serve de exemplo, quase que parece que beneficiaram de em algum momento da vida terem sido expostos a radioactividade!
- Em caso de ataque, não larguem as fábricas!Produzam pela pátria!Comunismo puro.
- Sejam vigias, bufos e disciplinem os familiares que queiram fugir!
- Leiam o "survival under atomic attack". Faz milagres!
- Como é harmonioso partilhar a preparação da cave em família!
- Música WIN!!


Deixo-vos coma educação escolar e o método "duck and cover":




Wednesday, March 17, 2010

Memórias!

Em dia de jogo, recorda-se o passado! Desta vez é o outro vizinho, carrega Sporting!

Tuesday, March 16, 2010

Sunday, March 14, 2010

Garra!

Hoje pede-se que o Sporting cimente o 4º lugar, dando continuação à série de boas exibições que tem feito frente a um Guimarães europeu de Paulo Sérgio,treinador que está a fazer um óptimo trabalho e que nunca joga à defesa pede-se frieza e confiança.
Na próxima 5ªF segue-se o jogo decisivo com o Atlético de Madrid, em que uma passagem convincente alimentará mais a questão se Carvalhal deverá ter ou não um voto de confiança para a próxima época e, consequentemente, se a contratação de André Villas Boas avançada pelo Record terá sido justa e/ou bem efectuada temporalmente. Para já espero que o Carriço recupere já que Tonel estará castigado e o Atlético fora do Vincente Calderón tem sido mais perigoso esta época!

Monday, March 8, 2010

Parabéns!

Num belo dia para se comemorar - e enquanto esperas por outras prendas minhas - dedico-te esta grande música de Sarah Mclachlan. Está à tua altura! Beijo doce**



When somebody loved me
everything was beautiful
every hour we spent together
lives within my heart

And when she was sad
i was there to dry her tears
and when she was happy so was i
when she loved me

Through the summer and the fall
we had each other that was all
just she and i together like it was ment to be

And when she was lonley
i was there to comfort her
and i knew that she loved me

So the years went
by i stayed the same
but she began to drift away
i was left alone
but still i waited for the day
when she'd say i will always love you

Lonely and forgotten
i never thought she'd look my way
when she smiled at me
and held me
just like she used to do
like she loved me
when she loved me

When somebody loved me
everything was beautiful
every hour we spent together
lives within my heart
when she loved me.

Saturday, March 6, 2010

Comunicação e fim de vida

Hoje o "I" toca num ponto sensível da prestação de cuidados médico, assim como de enfermagem: o diálogo com o doente em fase terminal sobre a morte. É um assunto delicado para o médico e para o enfermeiro. Para o primeiro, pelo início do diálogo sobre a reestruturação e planeamento dos cuidados médicos numa vertente puramente paliativa. Para o enfermeiro, pelo aspecto mencionados atrás e pela prestação de cuidados à pessoa que visem o acompanhamento, aceitação da doença e o potenciar da suas capacidades e competências afectadas. Compreendo que o médico tente mais a adiar este tipo de conversas já que o seu contacto e foco de intervenção é mais restrito do que o do enfermeiro. Este passa 24 h. com o doente (e é o ou um dos dos cuidadores de referência para a família) e procura ter uma abordagem bio-psico-socio-cultural e espiritual. Consequentemente, tem uma relação mais próxima com o doente e família e tem uma grande necessidade de gerir a informação que lhe é transmitida (a transmissão de diagnósticos e informações médicas - das quais o enfermeiro não tem responsabilidade de diagnóstico, planeamento e execução- é da responsabilidade do médico), componente fundamental no estabelecimento de uma relação de ajuda, um dos principais objectivos do profissional de enfermagem.

Este tipo de conversas nunca é fácil para qualquer profissional de saúde, pela difícil mensagem implícita, pela tristeza da mesma, porque é sempre muito difícil evitar fazer uma transferência sentimental para o doente (por mais ínfima que ela seja) - especialmente que cuida dele mais tempo- pela reestruturação de cuidados ao doente e família (que também precisa e de muito apoio, como o psicológico) e, por último, pela sensibilidade de todo este quadro, que acaba por chocar com a ou uma das bases da formação em saúde: a manutenção e a preservação da vida humana. Se bem que o paradigma biomédico do encarniçamento terapêutico esteja ultrapassado (efectuar todos as intervenções de saúde com vista a prolongar e manter a vida humana, mesmo que isso implique um maior ou o arrastar do sofrimento do utente, para um diagnóstico terminal, ou seja, inevitável; manter a vida do utente a "todo o custo"), o profissional de saúde procura sempre prolongar a vida do utente e, consequentemente, conversas sobre o fim de vida é um assumir da impotência do profissional de saúde para uma das coisas mais básicas e prioritárias da sua formação: a manutenção da vida.

Mas outra das prioridades (e mais facilmente para a enfermagem do que para a medicina, devido à diferente natureza das ciências) é potenciar o máximo de bem-estar e qualidade de vida, assim como a prestação de cuidados segundo os princípios éticos subsequentes à condição humana, como o princípio da autonomia.

Nem sempre é fácil a gestão e a prestação de cuidados de saúde neste contexto tão delicado, mas quem os presta tem que estar sensível para as fases do luto do doente e família. Como exemplo, menciono as fases de negação e isolamento, raiva, negociação, depressão e isolamento, mobilizadas do modelo de Kubler-Ross , o qual estou mais familiarizado ( ver aqui e aqui)

Tendo em conta estes contextos, acredito que o trabalho em equipa é essencial à prestação de cuidados de saúde de qualidade, tendo determinadas particularidades em várias realidades, como em unidades de cuidados paliativos.

O artigo do "I" não me surpreende. Penso ser tendencialmente mais difícil para um médico ter a sensibilidade para saber escolher o momento e a informação a transmitir ao doente /família no contexto aqui referido do que para o enfermeiro, pela natureza das disciplinas, o conhecimento inerente a cada uma e pela natureza da sua execução. " O momento certo" é uma questão bastante subjectiva, mas a medicina e o seus profissionais necessitarão sem dúvida de mais tempo para se ir adaptando a um paradigma mais humanista e holístico, cerne de outras ciências como a enfermagem, e que justifica a co-existência de todas nas abordagens ao utente.


Monday, March 1, 2010

Life!

O Fado da distância voltará a atacar. Mas não o troco por nada: contigo, até ele é ouro!




Sei de cor cada lugar teu
Atado em mim, a cada lugar meu
Tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
Tento esquecer a mágoa
Guardar só o que é bom de guardar
Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
Sem ter defesas que me façam falhar
Nesse lugar mais dentro
Onde só chega quem no tem medo de naufragar
Fica em mim que hoje o tempo dóI
Como se arrancassem tudo o que já foi
E até o que vir e até o que eu sonhei
Diz-me que vais guardar e abraçar
Tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
E o mundo nos leve pra longe de ns
E que um dia o tempo pareça perdido
E tudo se desfaça num gesto só
Eu Vou guardar cada lugar teu
Ancorado em cada lugar meu
E hoje apenas isso me faz acreditar
Que eu vou chegar contigo
Onde s chega quem no tem medo de naufragar