União Zoófila e Associação Zoófila Portuguesa


TORNE-SE SÓCIO; ADOPTE OU APADRINHE UM ANIMAL; FAÇA VOLUNTARIADO!ESCOLHA...UM PEQUENO GESTO FAZ TODA A DIFERENÇA!

Vancouver Olympic Shame: Learn more. Por favor AJUDE a cessar este massacre infame! Please HELP stopping this nounsense slaughter! SIGN

http://www.kintera.org/c.nvI0IgN0JwE/b.2610611/k.CB6C/Save_the_Seals_Take_Action_to_End_the_Seal_Hunt/siteapps/advocacy/ActionItem.aspx

http://getactive.peta.org/campaign/seal_hunt_09?c=posecaal09&source=poshecal09

Ser Enfermeiro...
Showing posts sorted by relevance for query realidades. Sort by date Show all posts
Showing posts sorted by relevance for query realidades. Sort by date Show all posts

Wednesday, February 4, 2009

Realidades - I

Nos últimos anos temos vindo a assistir a uma escalada de violência no médio oriente. Por conversas com conhecidos, tenho-me vindo a aperceber que há bastante gente que pensa em certas realidades do panorama político, social e militar mundial seguindo o vulgo eixo do "bem - mal", transmitido pelos media ocidentais, nos quais o terrorismo constitui um argumento de peso. Esta visão que nos é incutida desde há gerações acentua-se pelo nosso desinteresse, “desinformação” ou informação seleccionada pelos media. Numa vida e sociedade desenvolvidas em que a competitividade e a falta de tempo é uma constante, a informação "de referência" que nos chega pela principal comunicação social, tantas vezes sujeita a lobbies, não se revela a mais isenta. Se bem que hoje em dia felizmente haja bastante informação, fruto dos blogs, internet, telemóveis com vídeo e fotos e outras novas tecnologias, ela carece da necessidade de selecção. Tal facto contrasta com épocas anteriores, em que a “informação alternativa” implicava um maior esforço de mobilização. Na contemporaneidade, reina a acessibilidade mas também o excesso. Deste modo, e face ao que tive oportunidade de constatar e partilhar com terceiros, decidi criar um espaço neste blog em que irei partilhar informação relativamente a certos aspectos que considero fulcrais para se analisar e perceber muito dos acontecimentos que se desenrolam e aconteceram neste nosso planeta e que infelizmente são analisados e propagandeados em massa de maneira diferente à devida. Nestes tempos em que decorre mais uma ofensiva israelita em Gaza, considero pertinente partilhar alguma informação relativa à história do estado de Israel, argumentos mobilizados pelo mesmo, relações internacionais com os EUA e o mundo ocidental e ligações ao holocausto. Ou seja, irei transmitir alguma da informação que tenho conhecimento, de fontes de rápido acesso para que todos a possam visualizar e formular a sua opinião. A minha motivação é apenas pedagógica! Já apelidaram algumas conversas que tive como pertencentes a “teorias da conspiração” (normal quando muitas vezes contrariam o que lemos na escola desde pequeninos), e sempre me perguntaram por fontes, pelo que vou tentar partilhar algo de interessante dentro das minhas graves condicionantes de tempo. Escolhi “estes temas” pois acho que uma visão alternativa dos mesmos permite-nos compreender a sua ligação a grande parte de acontecimentos e políticas mundiais e “encaixar as peças do puzzle”como por exemplo as intervenções militares no Afeganistão e Iraque, pressão à Síria e Irão, atentados na Índia, etc.
Um dos posts que já escrevi e se enquadram nesta temática é relativo à dimensão do holocausto - http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2007/04/holocausto.html. Partilhei na altura a investigação mais completa e transparente que encontrei na net: 30 vídeos de contradições, mentiras e incoerências físicas absurdas. Muitas das quais já tinha ouvido falar já que tenho o privilégio de contactar frequentemente com quem percebe muito de todas estas realidades internacionais e que já teve a oportunidade de as vivenciar ao longo da sua vida, mas a ausência de fontes “à mão” para partilhar (tão disponíveis nas bibliotecas e na net, é só preciso tempo) é um argumento que me expõem sempre que abordo certos assuntos. Muito lamentavelmente e não menos curiosamente, a investigação anteriormente referida foi retirada do youtube por “violar os termos de uso”. Garanto-vos que não tinha linguagem e imagens impróprias e pensamentos racistas ou de naturezas semelhantes que justificassem tal acto. “Só” milhões de visualizações. Mas outras fontes não faltam para muito de que é bom falar e algumas colocarei aqui. Para acabar este post deixo o vídeo mais recente da Disasters Emergency Committee (http://www.dec.org.uk/) referente à sua campanha de auxílio humanitário à faixa de Gaza, o qual a BBC e a SKY não permitiram a sua divulgação nos seus canais. Independemente das ideologias Israelitas e Palestinianas (Hamas, Fatah e Jihad Islâmica), esta negação é chocante e vai contra todos os princípios éticos e de cidadania. Penso, no entanto, que ganhará novo sentido após partilhar mais informações. Saudações!



Posts relacionados:

Holocausto
http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2007/04/holocausto.html

Geórgia
http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2008/09/crimes-de-agosto.html

http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2008/11/verdade-da-mentira.html

Wednesday, January 6, 2010

Realidades - 10

Como já referido no último post da presente crónica, os EUA provocaram e permitiram o ataque a Pearl Harbour de modo a legitimarem a sua participação na II Grande Guerra. Além das campanhas militares em que entraram directamente, o fornecimento maciço de material bélico a uma escala inimaginável foi o que permitiu a Ingleses e Russos aguentarem-se tanto tempo e, mais tarde, modificarem o rumo da guerra. Esta começou em Estalinegrado, cidade com o nome de Estaline, onde mais de 750, 000 soldados do eixo faleceram contra mais de 1,200, 000 Russos. O Inverno, a quantidade de material material bélico superior (primeiro russo, depois americano) e as reservas infinitas de combatentes russos mobilizados à força (a NKVD era inclusivamente a última linha de cada ofensiva e executava quem retirasse) permitiram a vitória Russa numa batalha que se tornou simbólica entre Hitler e Estaline e onde a palavra sofrimento é a síntese perfeita (aconselho a leitura do livro Stalinegrad de Antony Beevor) . Se os nazis tivessem continuado para Moscovo (onde estiveram a cerca de 30 km) ou para os campos petrolíferos do mar Cáspio, a Guerra seguramente teria tomado um rumo diferente.

Após o término da Grande Guerra foi legitimado e formado o actual estado de Israel, nos termos já descritos na crónica, de onde resultou a contínua marginalização e crescente holocausto do povo palestiniano, pseudo-justificado pela constante "rotulização" de principais vítimas do holocausto Nazi. Pelo que tem vindo a ser descrito, não só se percebe que a intencionalidade e a dimensão apregoada do holocausto é falsa, assim como que muitos dos supostos crimes humanitários e de guerra sofridos por judeus são efectuados pelo estado de Israel.

Apesar do holocausto em si ir ser debatido mais exaustivamente em crónicas futuras, aproveito para voltar a partilhar algumas realidades referentes à sua veracidade.

Em primeiro lugar, o suposto número de judeus mortos em Auschwitz e a forma "patética" como tem vindo a decrescer à medida que mais estudos, investigações e pessoas se abordam sobre a veracidade do tema (apesar de Israel continuar a proibir, ameaçar e boicotar inúmeros registos, investigações e investigadores):



De milhões para centenas de milhar -frutos da condicionante da guerra e provavelmente de alguns crimes de guerra - vai uma grande diferença, com repercussões reais na natureza do mito nazi e na "liberdade" do estado Israelita para se relacionar com o povo árabe como fez e faz..

O próprio almanaque mundial de 1934 estimou que a população judia mundial era de 15, 315, 000 em 1934, passando para 15,753,638 em 1948!! Ao invés, e compreensivelmente, os cristãos diminuíram cerca de 89, 993, 458. Tendo em conta que havia mais cristãos que judeus e que estes foram supostamente mortos aos milhões no holocausto nazi, é completamente impossível não só terem mais população em 1948 do que em 1934, como não apresentarem um número muito inferior. Vejam os número AQUI!

A realidade descrita pelos números é apoiada por toda a informação já partilhada no blog sobre os próprios campos. Ao invés, a realidade fraudulenta é continuamente transmitida desde a escola até aos filmes de Hollywood.


Foto do filme "A Lista de Schindler", onde o comandante Goeth se diverte a matar Judeus da janela do seu quarto em Auschwitz . Tem vista aberta para os barracões onde os prisioneiros trabalhavam.



(clicar para ampliar)
Foto real da varanda de Goeth, sem vista para os barracões, seguida da disposição geográfica da casa.

Para muito mais informação e mitos dos campos visitem Air Photo Evidence, que explica como é que as forças aliadas, fotografando diversos campos por via aérea, destruíram instalações a poucos Km dos mesmos e nunca os campos ou os seus acessos. A resposta está, pois claro, na análise das fotos e da realidade que transparecem: apenas campos de trabalho forçado sem indicações do genocídio referido (o qual requer infra-estruturas impossíveis de esconder naquele contexto).

Após a formação do estado de Israel, as vítimas não demoraram tempo a aprender e a praticar o que alegavam ter sofrido: bombardearam com concentrações maciças de raios x 100 000 crianças judias sefardis, usando a geração como cobaia a troco de uma soma equivalente de 1 bilhão de dólares actuais, paga pelos EUA. As experiências eram feitas em visitas escolares e dessiminadas aos pais com o pretexto de ser um tratamento contra fungos que provocava a dermatite capilar mais comum do mundo. 6000 crianças morreram num curto espaço de tempo, as restantes desenvolveram cancro e outros problemas que as mataram com o tempo e ainda estão a matar hoje em dia. Enquanto vivas as vítimas sofreram de inúmeros problemas como epilepsia, amnésia, alzheimer, enxaqueca crónica e psicoses e as que sobreviveram tempo suficiente para deixar descendência viram a sua maldição continuada, já que estes também estão a desenvolver neoplasias semelhantes.

Além destes crimes humanitários, o povo palestiniano foi o principal visado através da constante violência, estando agora remetido à faixa de Gaza e Cisjordânea.



Junta-se as constantes violações de tratados com as nações vizinhas, atentados efectuados pela Mossad pseudo-acusando desde Argelinos às facções terroristas do médio oriente e a constante "guerra fria" com o Irão, país que é o mais supervisionado pela Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA) e que, até agora, nunca o acusou de fins menos lícitos nas suas avaliações e relatórios. Pelo contrário, Israel não só desenvolveu ilegalmente pelo menos 100 armas de destruição maciça desde a sua fundação em 1948, como nunca assinou o tratado de não proliferação de armas nucleares* de 1968 e nunca permitiu que a IAEA fizesse inspecções no seu território! Ver AQUI.

*os conceitos centrais do tratado são:
1- não -proliferação de armas nucleares
2 - desarmamento
3- o direito ao uso pacífico da tecnologia nuclear.

Após a leitura destes factos (mais se seguirão), compreende-se a cepticidade crescente à volta da história da II Grande Guerra e como influenciou e influencia a realidade contemporânea.


Relacionado: Compacto "Realidades".



Saturday, October 24, 2009

Realidades - 6

No último post desta crónica foquei os campos de concentração de Eisenhower criados após a 2ª Grande Guerra, verdadeiro genocídio onde faleceram perto de 1 000 0000 de soldados alemães. Nunca tratados como prisioneiros de guerra mas sim à margem da convenção de Genebra, e num contexto em que as tropas aliadas dispunham de recursos alimentares e materiais, houve uma intenção deliberada de provocar o maior número de mortes destes seres humanos, sem qualquer dignidade e com mentiras constantes perante governos, órgãos e comissões de avaliação. Este sim um verdadeiro holocausto, onde todas as limitações no tratamento (ou melhor sobrevivência) dos indivíduos situados nos campos resultou exclusivamente da vontade de homens e não de limitações de guerra (em geral) como se verificou nos supostos campos de extermínio nazis.

Antes de aprofundar factos e realidades inerentes a estes últimos - que considero totalmente facciosos e que resultaram na criação do mito das dimensões do holocausto judeu – e de fazer um paralelo com a criação do estado de Israel, julgo ser relevante referir alguma da realidade que gerou a II Grande Guerra.

Um dos grandes aspectos difundidos é o facto de que o regime Nazi, desde os seus primórdios, adoptou uma política anti-judaica. O que muitos nunca ouviram falar é do boicote económico de 1933 feita pela comunidade judia mundial à Alemanha!

Em 1933, como consequência em parte do Tratado de Versailles e das limitações impensáveis que trazia para o povo alemão (feito pelas potências vencedoras da I Grande Guerra para retirar terras à Alemanha e para a impedir de prosperar dignamente), a economia deste país estava em ruínas devido à hiper- nflação, com cerca de 3 milhões de alemães a depender da assistência pública num total de 6 milhões de desempregados.

A comunidade judia mundial, que representava a maior facção judia,mundial, ordenou um boicote ao consumo de todos os bens alemães exportados.

“Era um meio, feito com habilidade, para destruir a Alemanha como uma entidade política, social e económica. O objectivo a longo prazo do boicote judeu contra a Alemanha era causar falência dela no que dizia respeito aos pagamentos de reparação impostos à Alemanha depois de Primeira Guerra Mundial e manter a Alemanha desmilitarizada e vulnerável”.

Face ao sofrimento do povo devido às condições impostas desde Versailles, este ataque foi intolerável e a Alemanha, dignamente e em auto-defesa, fez um boicote de um dia ao consumo de produtos Judeus e tentou mediar o assunto. Todos os discursos e posições de Hitler e Goebbels foram efectuados na defesa do povo e sem qualquer incentivo de violência anti-semita, ao contrário da propaganda feita pela comunidade judia mundial, que referia execuções sumárias e genocídios judeus na Alemanha. As próprias facções judaicas Sionistas da Alemanha negaram sempre estes ataques e mentiras!!! E porquê? É importante referir que a comunidade judia mundial, que representava a esmagadora globalidade dos judeus em todo o mundo, não defendia o que a pequena facção dos Sionistas (que agora controlam o estado de Israel) queria: a emigração dos Judeus para a Palestina para criar o estado de Israel; ou seja, a maior parte dos judeus no mundo e da Alemanha não queria emigrar e ter um estado de Israel na Palestina. Consequentemente, os sionistas não quiseram inicialmente alimentar mentiras, defendendo o III Reich . Sabendo que esta situação iria eclodir numa realidade doméstica insustentável para os judeus no III Reich, ocorreu uma aliança táctica entre os Nazis e os fundadores do moderno estado de Israel - um facto que muitos hoje prefeririam ver esquecido!!!

Assim perante esta realidade, os judeus não sionistas Alemães (e consequentemente, muitos outros na Europa e no mundo) seriam estimulados a emigrar para a Palestina para formar o estado de Israel, ou seja, tornar-se-iam Sionistas e abraçariam esta causa ( a formação do estado precisaria de muito apoio e do aval ignóbil e anti-semita (cínico…não?) de grandes potências mundiais porque implicaria retirar direitos históricos, existenciais e humanitários ao povo palestiniano). Por conseguinte, a Alemanha ficaria livre dos judeus domésticos que lhe criavam ainda mais problemas, assim como as outras grandes potências Europeias - já que ao longo dos séculos sempre houve anti-semistismo judaico e focos de violência anti-judaica em toda Europa devido maioritariamente à riqueza que os judeus possuem e à corrupção e manipulação de poder que implicam; sempre foram mal vistos e/ou odiados.

“Para os líderes sionistas, a tomada do poder por Hitler ofereceu a possibilidade de um fluxo de imigrantes para a Palestina. Antes, a maioria dos judeus alemães que se identificavam como alemães tinham pouca afinidade com a causa sionista de promover o agrupamento da Judiaria mundial na Palestina. Mas os Sionistas compreenderam que só um Hitler anti-semítico tinha capacidade para empurrar os judeus alemães anti-sionistas para os braços do Sionismo.”

“A guerra dos líderes da comunidade internacional judia contra a Alemanha não só provocou represálias por parte do governo alemão mas também preparou o terreno para uma aliança económica e política entre o governo de Hitler e os líderes do movimento sionista que esperou que a tensão entre os alemães e os judeus conduzisse à emigração maciça dos judeus para a Palestina. Em suma, o resultado foi uma aliança táctica entre Sionistas e o III Reich.”

Deste modo, os Sionistas aproveitaram-se da situação e tiveram um papel activo muito importante no despoletar directo da 2ª Grande Guerra (a partilhar noutros posts)além deste) sendo que após esta exponenciaram e aldrabaram veementemente a realidade do chamado Holocausto para se vitimizarem e, conjuntamente com o tráfico de influências e poder nos principais governos ocidentais e na recém-formada ONU, conseguirem que cada vez mais judeus aderissem à causa Sionista e lhes fosse dada a terra da então Palestina para a criação do estado de Israel, fechando-se os olhos aos mais básicos direitos do povo Palestiniano e consequentemente, puderem as supostas vítimas do Holocausto criar até hoje novo Holocausto na Palestina!!

Toda a história encontra-se bem e muito melhor explicitada AQUI. Recomendo vivamente a sua leitura!

Após abordar hoje superficialmente alguns aspectos económicos e sociais relevantes para a compreensão da realidade Alemã prévia ao início da guerra, irei em breve partilhar a cronologia de Março de 1939 e consequentes opções estratégico-militares que desencadearam o conflito.

Posts relacionados: Compacto "Realidades".


Saturday, November 14, 2009

Realidades - 7

Como já havia referido há algum tempo, vou partilhar a cronologia de Março de 1999 e respectivos acontecimentos que levaram ao início da II Grande Guerra. Destaque para política Inglesa e para as acções do seu primeiro ministro Arthur Neville Chamberlain, cujas acções no final de ssse mês foram responsáveis pelo início do conflito.

Ler AQUI


Posts relacionados: compacto "Realidades"

Friday, November 27, 2009

Realidades - 9

Hoje vou partilhar mais informação sobre o ataque de 7 de Dezembro de 1941 a Pearl Harbor e as arazões que levaram ao mesmo. Realço:

- O pacto do Eixo (ou tripartite), de 27 de Setembro de 1940, foi originariamente assinado por Alemães, Italianos e Japoneses, pressupondo a sua aliança e auxílio militar aos assinantes em caso de ataque militar de qualquer país externo. Consequentemente, favorecia que qualquer opositor que declarasse guerra a um dos três países a abrangisse aos três, tendo uma razão para combater no Pacífico, Ásia, África e Europa.

- A entrada dos EUA na II Grande Guerra era vital aos interesses Ingleses, Sionistas, de privados e de facções militares, governamentais e sociais dos EUA. Escusado dizer que envolvia muitos milhões de dólares.

- 88% da população Americana estava contra a entrada na guerra.

- Os códigos de comunicação diplomáticos, militares e navais japoneses já haviam sido descodificados pelos EUA desde Outubro de 1940. Desde então todas as comunicações eram monotorizadas.

- Os EUA efectuaram um embargo de recursos naturais ao Japão em Julho de 1941 no Sudoeste Asiático de modo a estimular uma declaração de guerra japonesa, preferencialmente com uma agressão que chocasse o público americano. Por conseguinte, deixou acontecê-la para ganhar o seu apoio (nada que não se tenha visto na I Grande Guerra,Vietname, 11 de Setembro e Iraque e afeganistão, etc...).

- As autoridades governamentais, militares e policiais sabiam da existência do envio e estadia de um engenheiro japonês em Pearl Harbor. Espião, foi constantemente vigiado e as suas transmissões para Tóquio gravadas e descodificadas.

- As comunicações da frota Japonesa foram sempre escutadas e analisadas até poucas horas antes do ataque e qualquer reacção suprimida por entidades governamentais e militares, desde o Presidente Roosevelt, ao almirante Thomas Charles Hart e general Douglas MacArthur.

- Resultado: cerca de 2500 mortos, entrada dos EUA no conflito e desenvolvimento das bases para uma futura política mais expansionista, formação do estado de Israel, Guerra Fria e muitas consequências inerentes até à realidade internacional contemporânea.

Ler: Pearl Harbor: Official Lies in an American War tragedy

What do we need to know about Pearl Harbor and why?

Pearl Harbor attack no surprise



Relacionado: Compacto "Realidades".


Tuesday, November 24, 2009

Realidades - 8

Continuando esta crónica, e reparando a hiperligação em falha no último post, partilho um pouco da criação do Estado de Israel após o termo da II Grande Guerra e consequente criação das ONU. O papel dos Sionistas nestes acontecimentos - assim como no início da II Grande Guerra, tema já abordado - e entrada dos EUA nesta através da provocação e permissão que levou ao ataque a Pearl Harbor são acontecimentos já sabidos há muitos anos e que serão abordados sucintamente neste e no próximo post.

Breve história de Israel:



Em seguida deixo-vos mais influências Sionistas vitais no conflito bélico, desde os boicotes comerciais à Alemanha em crise económica (como a da venda de Hélio que resultou no desastre de Hindenburg em Maio de 1937, por uso forçado de hidrogénio) à entrada dos EUA na guerra.



"FDR [and his Zionist handlers] embargoed Japan's oil supply in the hopes of forcing Japan to attack Pearl Harbor. Overwhelming evidence from government documents clearly shows that FDR had advance knowledge of the Japanese attack and allowed it to happen so that he could drag the US into the war. "



Para concluir deixo-vos mais informação sobre Truman e a formação do estado de Israel.


Relacionado: Compacto "Realidades".

Saturday, January 22, 2011

A Igreja Católica e o preservativo

Para primeiro post do novo "milénio" do blog escolhi um tema controverso: o uso preservativo e a posição da igreja católica.

Uma campanha governamental iniciada no mês passado na semana da luta contra a SIDA, no país basco, procura no combate a esta incentivar ao uso do preservativo, enquanto ataca a posição da igreja católica relativamente ao mesmo. Mostra inclusive imagens de um sacerdote a segurar primeiro numa óstia e posteriormente num preservativo. Segundo a imprensa a mensagem é a seguinte:

Bendito preservativo que tira a Sida do mundo. São estes realmente os que dizem que nos amam? Que não te enganem. Que não te dêem a hóstia. O preservativo é a melhor arma que existe contra a maior epidemia da humanidade.”

Citando que mais de 25 milhões de pessoas já morreram vítimas de HIV é referido ainda:

"A Igreja diz-nos que os preservativos, em vez de combater a doença, ajudam a expandi-la."

Esta situação gerou polémica com as organizações católicas e a própria Igreja. Blasfémia, ataque aos cristãos, propaganda e deturpação da mensagem cristã foram alguns dos argumentos utilizados na resposta.Segundo o Jornal I, “o porta-voz das Juventudes Socialistas, Juan Carlos Ruiz, já veio dizer que que "a Igreja Católica insiste em confundir os cidadãos" e que "a campanha apenas pretende reafirmar o compromisso com a luta contra a SIDA".

Campanhas e movimentos contra a posição da igreja relativo à prevenção do HIV são frequentes. Agora por parte de entidades governamentais é mais grave e admira-me. Não por ser católico e sentir-me visado, mas porque a mensagem deste anúncio que ataca a posição da igreja é também enganadora para ateus ou qualquer crente de outras religiões. E porquê? Pura e simplesmente porque dizer que "o preservativo é a melhor arma que existe contra a maior epidemia da humanidade" é estritamente mentira. Além de dizer que a própria posição da Igreja relativamente ao mesmo é também mentira.

O preservativo tem sido em mais de duas décadas exponencialmente distribuído e apregoado como sendo ou praticamente sendo 100% eficaz contra a propagação da SIDA (como método de barreira no acto sexual) e como sendo bastante eficaz como método preventivo e solucionador da propagação da SIDA a médio e longo prazo. No entanto, os dados estatísticos de que dispomos não mostram só uma diminuição da sua propagação, como um aumento da mesma!

Consequentemente, o seu uso é frequentemente fomentado nas relações e numa vivência da sexualidade com ênfase no uso do preservativo, mas sem se focar na responsabilização comportamental da pessoa perante si e os outros, alimentando e propagandeando a promiscuidade como algo normal mas tornando-se segura com o uso de preservativos. Anúncios como este só se focam no uso do preservativo e frequentemente incentivam à prática desenfreada de sexo, assim como por ex. as distribuições dos mesmos na rua, em festivais, carnavais e festas nocturnas sob a metodologia “não te inibas, diverte-te, mas usa sempre preservativo”. É raro haver qualquer advertência, excepto ao seu não uso,fomentando assim o que muitas vezes este uso traz consigo: uma relação eventual e insegura.

A Igreja, pelo contrário, defende os valores morais contra a promiscuidade. E sendo as relações cruzadas o principal factor de risco da propagação do vírus da SIDA, a Igreja defende o método preventivo cientificamente mais eficaz que é a não prática de relações cruzadas e mais “pensadas”, através da responsabilização nos actos sexuais, a abstenção, a propagação de uma cultura monogâmica e finalmente a nível oficial desde há pouco tempo (pecou pela tardia mas na prática padres e freiras distribuem preservativos e apelam ao seu uso em muitos contextos há décadas) o uso do preservativo em determinadas realidades.

A verdade é que o preservativo é um meio essencial para prevenir e controlar a disseminação do HIV, mas nunca será a solução por si só, pois se for “vendido” indiscriminadamente sob uma filosofia de promiscuidade às pessoas, estas por se sentirem seguras aumentam os comportamentos sexuais de risco como têm feito nas últimas décadas. E por isso é que após décadas de combate ao HIV segundo a filosofia actual e os incríveis gastos de recursos humanos e monetários, os dados estatísticos a nível global têm piorado!

Além disto existem diversos estudos de investigação (basta ir a bases de dados internacionais numa biblioteca) que referem que o preservativo não é 100% eficaz na prevenção do HIV como método barreira e que a percentagem de risco é considerável pois além da não total fiabilidade como barreira, os preservativos têm diversas qualidades, desgastam-se com a fricção no acto sexual, por vezes rebentam e se não forem bem colocados e utilizados há um risco real e comprovado de verem a sua eficiência diminuída (se estes erros de uso ocorrem frequentemente em população instruída, agora imaginem nas centenas de milhões de Africanos - ou populações semelhantes - sem instrução e com níveis de pobreza gritantes). Por conseguinte, logicamente que quanto mais os usarmos, maior será o risco de cometermos uma falha no seu uso, de haver falha por defeito no material ou de ser vítima da margem de erro de protecção que o preservativo. E por fim temos de ter em conta que os preservativos partilhados gratuitamente por vezes não são os de melhor qualidade.

Existem apenas duas únicas excepções a nível epidemiológico: o uso obrigatório de preservativos na indústria de prostituição e do sexo, como no caso do Cambodja e Tailândia. Aí os trabalhadores da indústria são obrigados e monitorizados rigorosamente no uso do preservativo o que, num ambiente restrito e objectivo, é possível de se efectuar. Como resultado, a propagação do HIV diminuiu acentuadamente apenas em contexto laboral. Fora deste último, na mesma sociedade, o insucesso continua. Infelizmente, em contextos maiores e não laborais é impossível efectuar esse controlo, quer em países desenvolvidos, quanto mais em África em que grande parte da população pratica a poligamia.

A única excepção fora de um ambiente laboral, a nível de sociedade, é o programa implementado desde 1986 no Uganda, que defende a monogamia, fidelidade, abstinência, o respeito e o amor pelo parceiro como elementos base e imprescindíveis para o controlo do HIV. A população foi aderindo e quase 20 anos depois, o Uganda é o único caso de sucesso global: de uma taxa de infecção de 20% no princípio dos anos 90, em 2002 tinha 6%! O oposto verifica-se na África do Sul, que seguindo as políticas de saúde do grosso dos países mundiais, apresenta pelo menos 5,3 milhões de infectados, cerca de 16 a 18% da população.

Deste modo, a única prova empiricamente eficaz a um nível global é o que a Igreja defende, assim como provavelmente também outras religiões já que são ideais e valores comuns a várias culturas.

O preservativo tem assim de ser usado para uma vivência da sexualidade com responsabilidade e não como base de uma vivência de promiscuidade. Não quero com isto dizer que uma pessoa não tem direito a ser promiscua em maior ou menor grau na vivência da sua sexualidade, tem todo o direito a procurar ser feliz segundo as suas necessidades e valores e a vivência saudável e segura da mesma é essencial à saúde e bem-estar do indivíduo, afectando todas as esferas do mesmo e trazendo em último caso benefícios para a sociedade já que a saúde e o bem-estar aumentam a produtividade.

Contudo, as organizações com responsabilidade social,política e de saúde não podem e não devem defender a promiscuidade como base da relação e o preservativo como a solução segura. É uma realidade disseminada que do ponto de vista científico e ético é mentira e que como cidadão e enfermeiro me preocupa. Vê-la a ser propagandeada em África onde a corrupção política e os lobbies farmacêuticos (inclusive o relacionado com os anti-retrovíricos; o sucesso do Uganda é frequentemente não mencionado em bastantes estudos e relatórios internacionais) é corrente é uma coisa, em países desenvolvidos é outra. Se não aparecer entretanto uma vacina ou tratamento mais eficaz, a metodologia actual de prevenção da SIDA nunca terá resultados excelentes em larga escala e muito menos será a solução.

Por outro lado é necessário ter consciência e reflectir sobre as causas da reacção que suscita as mensagens da Igreja católica sobre a prevenção do VIH e o uso do preservativo. Como podemos facilmente constatar, o preservativo tornou-se um “símbolo de liberdade e –juntamente com a contracepção- emancipação feminina, por isso quem questiona a ortodoxia representada no uso do preservativo é acusado de ser contra estas causas” (The Washington Post, 2009). A isto junto a simbologia que tem o preservativo junto dos adolescentes, já que ao permitir ou estar ligado ao acto sexual, é símbolo do crescimento pessoal e aprovação social. Para esta simbologia conta também o próprio paradigma actual nas ciências da saúde, relevando cada vez mais a sexualidade e a sua vertente como uma dimensão essencial à saúde e bem-estar do indivíduo e que se reflecte na intervenção e mensagem distribuída para a população.

Tal paradigma, do qual sou defensor, reflecte-se na educação a nível das instituições de saúde, escola (implemento da educação sexual nas escolas) e a nível dos media. No entanto, este último facilmente promove o culto do corpo nos mais jovens, do divertimento nocturno e por vezes do consumo do álcool. Todos estes factores fomentam a propagação e a simbolização do preservativo como algo imprescindível para a vivência da sexualidade, especialmente nos mais jovens, o que torna frequentemente para estes as críticas por parte da Igreja católica completamente descabidas. Promove ainda que esta instituição seja vista como retrógrada e ultrapassada, piorando muitas vezes no caso de pessoas homossexuais, lésbicas e anarquistas cujos alguns ideais vão contra a mensagem padrão da Igreja. Por último, em alguns contextos histórico-sociais, a Igreja é vista como símbolo de antigos regimes ditatoriais. Todo este universo influencia uma defesa muitas vezes inconsciente da crítica às políticas contra o VIH e uso do preservativo.

É importante ter noção de qual a verdadeira mensagem da Igreja, referida nos parágrafos anteriores, e ter consciência de que actualmente os grupos de risco - homossexuais, drogados, prostitutas,etc- estão hoje em dia e há muito tempo com melhores índices a nível epidemiológico que os heterossexuais, o que remete para um reflexão mais global a nível de cada sociedade e não apenas numa única causa que influencia directamente a propagação do VIH.

A Igreja é, como no anúncio, frequentemente criticada e acusada de ajudar a disseminar o vírus com a sua ideologia. Estatisticamente, podemos comprovar que em África, onde o flagelo é maior, a Igreja só tem influência directa em cerca de 15% da população e é onde se consegue melhores resultados. Não através do uso da força mas apenas do aconselhamento e acompanhamento e do seguimento da população dos ideais da sua doutrina. Além disso assiste directamente 1/4 do total das vítimas deste flagelo, e destas uma parte considerável só tem a assistência de instituições da igreja. Por tudo o referido anteriormente, concluímos que ataques cegos a certas mensagens católicas que estão cientificamente correctas é pura ignorância.

Por outro lado, as políticas de saúde deviam ser mais completas na informação e no modo como é transmitida. Defendo o equilíbrio não os extremos (uma privação da liberdade e da vivência sexual da pessoa ou o incentivo à sua total liberalização com falhas e ocultações graves de informação). Pois, infelizmente porque é um extremo, o último acontece há muito.

Deixo-vos com duas mensagens:

1- “ O uso dos preservativos acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo”. (João Paulo II)

Declaração clássica da igreja católica pensamos todos.

2- “São necessárias campanhas contra práticas sexuais contrárias à natureza biológica do homem. E, sobretudo, há que educar a juventude contra o risco da promiscuidade e o vagabundeio sexual.” (Luc Montagnier, 1989)

Poderia ser um padre, como há muitas mensagens semelhantes. Mas é o médico chefe da equipa que descobriu o retrovírus do VIH e nobel da medicina em 2008. E se a primeira frase pode estar algo ultrapassada devido às visões actuais da sociedade e ao sucesso epidemiológico em várias das minorias visadas, a segunda frase nunca esteve mais actual.

Ps- exemplos de links interessantes:

-"The pope may be right"

- "O uso do preservativo e a posição da igreja católica"

Monday, October 12, 2009

Nobel da Paz 2009



Há três dias Barack Obama recebeu o prémio Nobel da Paz...e o mundo ficou atónito!Segundo a crítica, apesar de nos últimos anos as escolhas de muitos dos vencedores nas várias modalidades terem vindo a reflectir uma diminuição dos critérios de qualidade, esta escolha provocou riso e cinismo em todo o mundo. Se bem que tenham havido excepções, muitos dos nomeados e vencedores são-lo como congratulação simbólica da sua carreira, obviamente pautada por marcos significativos. Contudo, esta corrente foi cortada na sua mais básica raiz com esta nomeação de 2009. Senão vejamos: a única justificação do júri e a interpretação que os media fazem do mesmo resulta do facto de aparentemente querer cortar-se um bocado com a corrente anterior e nomear alguém que tenha o previlégio e o poder de fazer um "work in progress", ou seja, tomar decisões e promover políticas de paz e estabilidade social no futuro a curto e médio prazo (o comité valorizou bastante a visão e esforços de Obama com vista a um mundo sem armas nucleares - in Público 09/10/2009).

Bem...estou de acordo que possa ser um estímulo. Mas afinal o que é que o homem já fez? O único marco significativo da sua gestão foi o abandono da ideia do escudo antimíssil na Europa central. Mas estando a sua existência a criar conflitos e instabilidade principalmente na Europa de Leste, Rússia e China, e sendo de momento estes últimos os outros dois maiores pólos económicos (juntando a Índia) e militares, obviamente que a implementação deste sistema seria catastrófico para a paz e estabilidade mundial, com todo o direito de protesto e resposta por parte de meio mundo.

Barack Obama limitou-se a tomar uma decisão mais que sensata, chumbando um projecto pleno de prepotência, imperialismo, falta de respeito para com o mundo, bélico e....economicamente insustentável! Sim, o escudo anti-míssil no contexto actual era economicamente insustentável para os EUA devido à crise económica e aos gastos da máquina de guerra montada no Afeganistão e Iraque! O projecto dos mísseis foi pois trocado por uma plataforma naval com uma logística reformulada e , por conseguinte, mais viável economicamente. Simultaneamente, iniciou-se a reformulação logística da presença Americana no pacífico com o abandono das bases mais próximas do Japão, já que tamanha máquina no contexto actual é inviável economicamente. Assim, pela primeira vez em muitas dezenas de anos, os EUA foram forçados a recuar o seu controlo total de uma extensa área do globo, facto que é unimamente considerado pela crítica como o primeiro possível sinal efectivo do futuro desmoronamento do império americano, como se verificou já noutros momentos da humanidade (por exemplo, as primeiras re-definições reducionais das fronteiras do império romano, devido à sua inviabilidade, promovendo o início dos primeiros resultados das revoltas bárbaras e, consequentemente, aumento do seu território).

Assim, Barack Obama, independentemente de ter boas ou más intenções, tomou uma decisão fácil pois é a unica que lhe é viável e não tão conflituosa, como qualquer pessoa faria no seu lugar, não sendo por isso um grande feito pessoal. Mas o mais ridículo é que esta mudança que aqui tenho vindo a explicitar nem sequer poderia ter sido equacionada para entrar no "currículo" ou "candidatura" de Obama ( cuja apreciação pelo júri é logicamente exaustiva e leva meses). Porquê? Porque Obama inicou o seu mandato a 20 de Janeiro deste ano e o comité dos prémios nobel só tem em conta o que é realizado até ao prazo de submetimento das candidaturas, que é... 3 de Fevereiro! Portanto Barack Obama teve 14 magníficos dias para justificar esse prémio, sendo que nesse prazo o único evento ou decisão que tomou - relevante ou não - foi frequentar um jantar de comício. A sua decisão de suspender o sistema de escudo anti-míssil (conhecido como "star wars") data de...17 de Setembro de 2009! Ridículo!!

Conclusão: Feitos pessoais? Prémio carreira? Obviamente que nenhum à vista. Quantas ONGs fizeram mais este ano para o merecer... pode ser que no futuro o mereça mas pelo alimentar das falsas acusações ao Irão e a possibilidade de futuras acções militares não auguro um futuro tão risonho. Mas espero que Obama tenha muito boa-vontade e que isso se repercuta de modo positivo no futuro.

Relacionados:
- A verdade da mentira.

- Manipulação na BBC.

- Compacto "Realidades".





Monday, November 10, 2008

Realidades!

- Um jovem de 18 anos recebe 200 € do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236 € depois de toda uma vida do trabalho.

-Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.

-O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

-Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2 000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.

-Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa á das causas sociais.

- O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100mts e não tem local para lavar mãos.

- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).

- Nas prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV,mas é proibido consumir droga nas prisões!

- No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por fax e é engenheiro.

- Um jovem de 14 anos mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!

- Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme pode. 6 presos que mataram e violaram idosos vivem numa cela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e a associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.

- Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO , AFEGANISTÃO E IRAQUE.

- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.

- Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.

- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!

-Numa farmácia pagas 0.50€ por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosses drogado, não pagavas nada!

Obrigada Portugal. Estamos orgulhosos.

Tuesday, October 21, 2008

Para ti!

Hoje escrevo especialmente para ti, por quem tenho muito apreço e devo bons momentos passados no dia-a-dia! Embora não tenha muito tempo de momento gostava de deixar mais algumas palavras das que já trocámos ultimamente. Tendo conhecimento da sucinta natureza da realidade em que te encontras presentemente, permite-me partilhar algo que te poderá fazer sentido e ajudar a dar mais um pequeno passo em frente:). Em primeiro lugar partilho contigo palavras que escrevi, findo um ano de uma grande "queda" relativamente a vivências da mesma natureza. Aliás posso-te dizer que estava no "fundo" de uma das maiores que já dei: http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2007/12/voar.html. Dedico-te também o vídeo que coloquei neste último link e que a partir de hoje vou colocar "a rodar" (porque tenho outros que gosto de partilhar) na apresentação do meu blog, porque todos caímos, vendo sonhos, crenças ou realidades serem atingidas mas felizmente temos o poder para remediar situações e/ou seguir em frente e para voar de novo lá no alto. E são esses momentos que perduram na nossa memória durante muito tempo porque afinal são os que nos são mágicos. Porque "O sonho comanda a vida" e afinal "The higher we soar, the smaller we appear to those who cannot fly" - Nietzsche;). Um grande beijo de muita FORÇA!*

Sunday, November 6, 2011

Realidades

Excelente discurso de um veterano de Guerra sobre a hipocrisia, mentira, conspirações, falta de valores e especialmente um retrato da política socio-económico-militar das grandes potências Ocidentais. Como dizia Napoleão, "é a imaginação que governa os Homens".

Wednesday, November 3, 2010

Páginas de blog

A partir de hoje o blogue passou a ter 9 páginas presentes acima deste texto:

1- Blog- contém todos os posts.

2- País - posts relacionados coma situação económica, política e social de Portugal.

3- Realidades /Internacional - posts relacionados com os mais variados assuntos internacionais (política, economia, conflitos bélicos, história etc).

4- Enfermagem e Saúde - posts relacionados com estes temas.

5- Desporto Rei - idem.

6- Fauna e Flora - desde as curiosidades paisagísticas à biologia, passando pelos posts a favor dos direitos dos animais.

7- Música clássica e afins - da música clássica ao fado, não variando muito destta vertente clássica ou conservadora.

8- Filmes e séries

9- Duque - Tudo o relacionado com esta personagem e o mundo canídeo


10- Eruntalon - A estória seguida

A minha ideia é melhorar a organização e ter assuntos partilhados de modo mais acessível. Existem separadores que não têm hiperligações a todos os posts da temática já que são quase 1 milhar que habitam neste espaço da blogosfera. No fim de cada página podem comentar amesma ou então os próprios posts se desejarem, os quais estarão sempre na página principal.

Se tiver oportunidade e tempo, de futuro irei criar mais uma página: Amar & Viver" , referente aos posts que mais me marcaram no pouco mais de 3 anos e meio de actividade bloguística.

Todos os novos posts escritos serão duplicados nas página correspondente se tiverem o assunto respectivo.

Thursday, October 9, 2008

Ser professor

Hoje decidi partilhar outro e-mail que me enviaram, mais uma vez a CC. É sobre a vertiginosa, gravíssima e humilhante queda que se tornou dar aulas, perdão "aturar crianças". Tenho realidades e histórias muito piores,com consequências mais graves a contar, dentro do universo conhecido pelos que leccionam já que é o ofício da minha mãe (e o meu pai já por lá passou mas em contexto universitário). Contudo hoje tive uma longa e desgastante discussão dos temas de monografia e basta de coisas depressivas.Fiquemos pelo e-mail:
"
...nunca fui nem serei tão boa professora como era antes de mo chamar!

[Vale a pena ler..... Quem não partilha da opinião desta Colega? Aqui vai
a 'prosa' de uma colega nossa, que espelha o pensamento de cada um de nós. Por
favor, passem ao maior número de pessoas possíveis. A esperança de que as
coisas mudem, deve ser a última coisa a morrer... ]Exma. Senhora Ministra da
Educação Um dia destes colocaram, no placar da Sala dos Professores, uma lista
dos nossos nomes com a nova posição na Carreira Docente. Fiquei a saber, Sr.ª
Ministra, que para além de um novo escalão que inventou, sou, ao final de
quinze anos de serviço, PROFESSORA! Sim, a minha nova categoria, Professora!
Que Querida! Obrigada! E o que é que fui até agora? Quando, no meu quinto ano
de escolaridade, comecei a ter Educação Física, escolhi o meu futuro. Queria
ser aquela professora, era aquilo que eu queria fazer o resto da minha vida.
Ensinar a brincar, impor regras com jogos, fazer entender que quando vestimos o
colete da mesma cor lutamos pelos mesmos objectivos, independentemente de
sermos ou não amigos, ciganos, pretos, más companhias, bons ou maus alunos.
Compreender que ganhar ou perder é secundário desde que nos tenhamos esforçado
por dar o nosso melhor. Aplicar tudo isto na vida quotidiana. Foi a suar que eu
aprendi, tinha a certeza de que era assim que eu queria ensinar! Era nova,
tinha sonhos.. . O meu irmão, seis anos mais novo, fez o Mestrado e na folha de
Agradecimentos da sua Tese escreve o facto de ter sido eu a encaminhá-lo para o
ensino da Educação Física. Na altura fiquei orgulhosa! Agora, peço-te desculpa
Mano, como me arrependo de te ter metido nisto, estou envergonhada! Há catorze
anos, enquanto, segundo a Senhora D. LurdesRodrigues, ainda não era professora,
participava em visitas de estudo, promovia acampamentos, fazia questão de ter
equipas a treinar aos fins-de-semana, entre muitas outras coisas. Os alunos
respeitavam-me, os meus colegas admiravam-me, os pais consultavam-me. E eu era
feliz. Saía de casa para trabalhar onde gostava, para fazer o que sempre
sonhara, para ensinar como tinha aprendido! Agora, Sr.ª Ministra, agora que sou
PROFESSORA, que sou obrigada a cumprir 35 horas de trabalho, agora que não
tenho tempo nem dinheiro para educar os meus filhos. Agora, porque a Senhora
resolveu mudar as regras a meio (Coisa que não se faz, nem aos alunos
crianças!), estou a adaptar-me, não tenho outro remédio: Entrego os meus filhos
a trabalhadores revoltados na esperança que façam com eles o que eu tento fazer
com os deles. Agora que me intitula PROFESSORA eu não ensino a lançar ao cesto
ou a rematar com precisão à baliza, não chego, sequer a vestir-lhes os coletes.
Passo aulas inteiras a tentar que formem fila ou uma roda, a ensinar que
enquanto um 'burro' mais velho fala os outros devem, pelo menos, nessa altura,
estar calados. Passo o tempo útil de uma aula prática a mandar deitar as
pastilhas elásticas fora (o que não deixa de ser prática) e a explicar-lhes que
quando eu queria dizer pdeitar fora apastilha não era para a cuspirem no chão
do Pavilhão. E aqueles que se recusam a deitá-la fora porque ainda não perdeu o
sabor? (Coitados, afinal acabaram de gastar o dinheiro no bar que fica em
frente à Escola para tirarem o cheiro do cigarro que o mesmo bar lhes vendeu e
nunca ninguém lhes explicou o perigo que há ao mascar uma pastilha enquanto
praticam exercício físico). E os que não tomam banho? E os que roubam ou
agridem os colegas no balneário? Falta disciplinar? Desculpe, não marco ! O
aluno faz a asneira, e eu é que sou castigada? Tenho que escrever a
participação ao Director de Turma, tenho que reunir depois das aulas (e quem
fica com os meus filhos?). Já percebeu a burocracia a que nos obriga? Já viu o
tempo que demora a dar o castigo ao aluno? No seu tempo não lhe fez bem o
estalo na hora certa? Desculpe mas não me parece! Pois eu agradeço todos os que
levei! Mas isto é apenas um desabafo, gosto de falar, discutir, argumentar com
quem está no terreno e percebe, minimamente do que se fala, o que não é, com
toda a certeza, o seu caso. Bastava-lhe uma hora com o meu 5ºC. Uma hora! E eu
não precisava de ter escrito tanto! E a minha Ministra (Não votei mas deram-ma.
Como a médica de família ,que detesto, mas que, também, me saiu na rifa e à
qual devo estar agradecida porque há quem nem médico de família tenha - outro
assunto) entendia porque não conseguirei trabalhar até aos 65 anos, porque é
injusto o que ganho e o que congelou, porque pode sair a sexta e até a sétima
versão do ECD que eu nunca fui nem serei tão boa professora como era antes de
mo chamar! Lamento profundamente a verdade! Viana do Castelo Ana Luísa
Esperança PQND da Escola EB 2,3 Dr. Pedro Barbosa






--
Beta Brito "

Monday, November 15, 2010

Trabalho - outras realidades

Passei recentemente vários dias em Oleiros em trabalho. Gostei bastante da cidade (não é maior que uma vila), da paisagem da base sul da serra da Estrela e das aldeias literalmente perdidas no monte! Foi engraçado constatar que há aldeias tão isoladas (não há transportes públicos da câmara, apenas para as crianças, excepto ao dia semanal de mercado) que os hábitos de vida, como os alimentares, passam de tal modo de geração em geração que é possível ter uma aldeia toda hipertensa! Até vi duas sras. com mais de 200 mmHg de sistólica e de história recorrente, querendo até encaminhá-las para o hospital. Provavelmente haverá uma componente genética também já que o isolamento também propicia o cruzamento entre pessoas sempre da mesma aldeia, mas os enchidos e o facto de continuarem a salgarem os alimentos são razões bem interessantes numa população extremamente envelhecida.

Hei-de voltar logo que possível!

Publicar mensagem

Wednesday, April 22, 2009

Realidades - 4

E hoje continuo a partilhar aspectos falsos do Holocausto (verdadeiras "migalhas", mas o essencial; futuramente trarei investigações mais completas) para mais tarde poder passar a outros acontecimentos globais relacionados e chegar à contemporaneidade.



Conteúdos:
- Testemunhas e "confissões".
- Julgamento de Nuremberga.
- Anne Frank
- Gaseamentos e incompatibilidades físicas
- Genocídio Alemão do pós Guerra.

Anexos:
- Sobre a "confissão" de Rudolf Hoess (primeiro comandante de Auschwitz): http://www.radioislam.org/islam/english/revision/hoess.htm

- Sobre o Diário de Anne Frank:
http://www.ihr.org/jhr/v19/v19n6p-2_Faurisson.html

- Alguns dos revisionistas mais famosos (é curioso notar que grande parte foi discriminada, ameaçada, exilada, presa, e/ou assassinada): http://www.revisionists.com/index.html

Posts relacionados: http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/search?q=holocausto

Monday, February 23, 2009

Realidades - 3

Saudações!Hoje volto a esta crónica, que vai começar a "aquecer". Deixo-vos um novo e curto vídeo para constatarem factos.

Conteúdos:

Pré-guerra:
- Judeia (região entre o mar Morto e o mar Mediterrâneo, estendendo-se ao norte até as colinas de Golan e ao sul à faixa de Gaza, sendo actualmente regiões em contínuo conflito entre Israel e Palestina) declara guerra à Alemanha.
- Consequências para os Judeus residentes na Alemanha

Guerra:
- Plano de exterminação Nazi:
.Câmaras de gás ( visualização: mapa é vista aérea)
. O Gás Zyklon-B e o famoso "Rudolf Report"
. Abastecimento dos campos durante a guerra

- Dr Franciszek Piper e respectivas declarações contraditórias
- Perseguição e homicídio dos revisionistas
- Justificação da mentira da dimensão do holocausto; respectiva propaganda: mitos anteriores à 2ªGG sobre Alemães.Testemunhas oculares. O mito do sabão humano e do candeeiro de pele humana.

Anexos:
- "Fred Leuchter´s report": http://www.zundelsite.org/english/leuchter/report1/graphics/append2.jpg

- Dr Franciszek Piper e respectivas declarações contraditórias: http://video.google.co.uk/videoplay?docid=-441640420550012012


- David McCalden - Holocaust Revisionism for Beginners 1987 -Part 1: http://video.google.co.uk/videosearch?q=holocaust+revisionism#

- Fotografias aéreas, contradições e muito mais: http://www.air-photo.com/index.php

- "Candeeiros nazis de pele humana eram feitos de pele de cabra": http://groups.google.com/group/soc.culture.german/browse_thread/thread/4567d1ffcc74b4d9?pli=1

Thursday, April 23, 2009

Realidades - 5

Hoje parto para o pós-guerra focando-me nos primeiros meses que se sucederam a este trágico conflito, nomeadamente aos crimes humanitários efectuados aos soldados e população Alemã por Eisenhower. Aqui começo a expor algumas das atrocidades e mentiras com que os Americanos têm brindado o mundo.



Toda a história:



Parte 2

Parte 3

Anexos:

http://www.vho.org/GB/Journals/JHR/10/2/Ward227-231.html

http://www.serendipity.li/hr/bacque01.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Disarmed_Enemy_Forces

Posts relacionados: http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/search?q=holocausto

Saturday, March 6, 2010

Comunicação e fim de vida

Hoje o "I" toca num ponto sensível da prestação de cuidados médico, assim como de enfermagem: o diálogo com o doente em fase terminal sobre a morte. É um assunto delicado para o médico e para o enfermeiro. Para o primeiro, pelo início do diálogo sobre a reestruturação e planeamento dos cuidados médicos numa vertente puramente paliativa. Para o enfermeiro, pelo aspecto mencionados atrás e pela prestação de cuidados à pessoa que visem o acompanhamento, aceitação da doença e o potenciar da suas capacidades e competências afectadas. Compreendo que o médico tente mais a adiar este tipo de conversas já que o seu contacto e foco de intervenção é mais restrito do que o do enfermeiro. Este passa 24 h. com o doente (e é o ou um dos dos cuidadores de referência para a família) e procura ter uma abordagem bio-psico-socio-cultural e espiritual. Consequentemente, tem uma relação mais próxima com o doente e família e tem uma grande necessidade de gerir a informação que lhe é transmitida (a transmissão de diagnósticos e informações médicas - das quais o enfermeiro não tem responsabilidade de diagnóstico, planeamento e execução- é da responsabilidade do médico), componente fundamental no estabelecimento de uma relação de ajuda, um dos principais objectivos do profissional de enfermagem.

Este tipo de conversas nunca é fácil para qualquer profissional de saúde, pela difícil mensagem implícita, pela tristeza da mesma, porque é sempre muito difícil evitar fazer uma transferência sentimental para o doente (por mais ínfima que ela seja) - especialmente que cuida dele mais tempo- pela reestruturação de cuidados ao doente e família (que também precisa e de muito apoio, como o psicológico) e, por último, pela sensibilidade de todo este quadro, que acaba por chocar com a ou uma das bases da formação em saúde: a manutenção e a preservação da vida humana. Se bem que o paradigma biomédico do encarniçamento terapêutico esteja ultrapassado (efectuar todos as intervenções de saúde com vista a prolongar e manter a vida humana, mesmo que isso implique um maior ou o arrastar do sofrimento do utente, para um diagnóstico terminal, ou seja, inevitável; manter a vida do utente a "todo o custo"), o profissional de saúde procura sempre prolongar a vida do utente e, consequentemente, conversas sobre o fim de vida é um assumir da impotência do profissional de saúde para uma das coisas mais básicas e prioritárias da sua formação: a manutenção da vida.

Mas outra das prioridades (e mais facilmente para a enfermagem do que para a medicina, devido à diferente natureza das ciências) é potenciar o máximo de bem-estar e qualidade de vida, assim como a prestação de cuidados segundo os princípios éticos subsequentes à condição humana, como o princípio da autonomia.

Nem sempre é fácil a gestão e a prestação de cuidados de saúde neste contexto tão delicado, mas quem os presta tem que estar sensível para as fases do luto do doente e família. Como exemplo, menciono as fases de negação e isolamento, raiva, negociação, depressão e isolamento, mobilizadas do modelo de Kubler-Ross , o qual estou mais familiarizado ( ver aqui e aqui)

Tendo em conta estes contextos, acredito que o trabalho em equipa é essencial à prestação de cuidados de saúde de qualidade, tendo determinadas particularidades em várias realidades, como em unidades de cuidados paliativos.

O artigo do "I" não me surpreende. Penso ser tendencialmente mais difícil para um médico ter a sensibilidade para saber escolher o momento e a informação a transmitir ao doente /família no contexto aqui referido do que para o enfermeiro, pela natureza das disciplinas, o conhecimento inerente a cada uma e pela natureza da sua execução. " O momento certo" é uma questão bastante subjectiva, mas a medicina e o seus profissionais necessitarão sem dúvida de mais tempo para se ir adaptando a um paradigma mais humanista e holístico, cerne de outras ciências como a enfermagem, e que justifica a co-existência de todas nas abordagens ao utente.


Friday, April 17, 2009

Nojo!



Bela música! Todos sabemos o segundo sentido desta obra. Já a tinha ouvido noutro dia mas hoje vieram a público novas provas do caso Freeport e juntamente com outras realidades deste belo país, fez-me apetecer colocar aqui isto. Tudo mete nojo. Primeiro a ingenuidade do Zé Povinho em votar num fanfarrão com promessas mirabolantes. Não se informam minimamente, logo a desgraça até é bastante merecida. Foi mais fácil injuriar o Santana. Mas estando o mal feito, vê-se o absurdo. Escândalos atrás de escândalos! Graus académicos, corrupção (até burla ao estado já que candidatar-se e designar-se com graus académicos falsos a cargos públicos é burla) e ninguém bateu o pé a sério. Agora no caso Freeport até o suborno está escrito a papel. A maneira incrível como não se apagaram as mais simples "pistas" revela que este círculo de máfia que todos conhecemos está tão à vontade e seguro que sairão impunes com esta justiça. Grupo leia-se as 20 pessoas que estão sempre todas ligadas em todos os casos em que se ouviu o nome do primeiro ministro. O cúmulo é que um dos visados foi colocado como presidente do orgão que coordena a intervenção da nossa polícia com a estrangeira, de modo a "abafar" e proteger os seus interesses pessoais. Mostra o à vontade dos tipos. A nossa sorte é que a polícia estrangeira fez-nos um favor e mandou o "material" para cá, que alguns polícias nacionais entregaram em carta anónima. É incrível como está tudo preto no branco:provas gráficas, visuais, de áudio e de papel. E mesmo assima justiça é o que está. Em qualquer país civilizado o primeiro ministro abriria as suas contas imediatamente aos investigadores e face aos desenvolvimentos que ocorreram demitia-se ou o próprio partido o faria. Em qualquer país o sr. que fez as pressões sobre os magistrados do ministério público que destacados para esta investigação seria preso imediatamento (é crime e está às claras na lei!).Cá não se verificou, tendo esses srs. apelidado as críticas da oposição (que parece que estão a falar com a realeza em vez de dar murros na mesa) como "injúrias e ataques fáceis à pessoa do Sr. primeiro-ministro". Coitadito, o homem é tão corrupto que alguém exigir respostas é uma ofensa!Também por um décimo do que já aconteceu em qualquer país civilizado o Presidente da República já havia dissolvido o governo, gostava de saber do que está à espera? Que da próxima tenhamos assassinos no poder?

Tudo mete nojo. Só lá vai com revolução. Não percebo como é possível chegar a um ponto em que até saiu uma lei neste mandato que destrói os registos da criminalidade em 2 anos (ou seja eu cometo um crime e daqui a dois anos o estado não tem registo e se reincidir sou julgado como se cometesse um crime pela 1ª x!!) e posso cometer um homicídio e nem sequer ficar em prisão preventiva, ir dormir a casa! Porque é que acham que o Isaltino está a confessar as burlas no tribunal?Estará safo daqui a dois anos!

Ao ver-se isto percebe-se que esta pequena máfia faz leis, burla e manipula cargos estratégicos para bem pessoal mas com grande sacrifício para o país. Para juntar à crise e à crescente insegurança, em que matar por legítima defesa e ver um polícia usar devidamente uma arma de fogo leva á prisão das vítimas. E antes que isto volte a endireitar vai tudo bater muito lá no fundo...

P.S: e como um milhão de contos é "massa a mais" para um suborno de licenciamento do freeport, muito leva a crer que outras patranhas estiveram incluídas no pagamento.

Friday, February 13, 2009

Realidades - II

E cá estamos para iniciar outra crónica. Dado o pouco tempo e a cepticidade de muitos, decidi partilhar algum material e fácil acesso, como já antes havia escrito: vídeos,links, o que se proporcionar. Começo com a referência ao holocausto em si, na tentativa de desmistificar um pouco a sua verdadeira dimensão e a razão de várias nações e entidades terem criado essa imagem.Pretendo assim dar uma visão mais global e superficial da imagem que foi criada assim como porque é que o revisionismo ("the critical re-examination of historical facts" segundo a wikipedia) é tão contestado e quem o pratica perseguido.Assim, este post consiste numa pequena introdução:



Conteúdos:
- algum contexto
- Fotos falsas/montagens
- Genocídio Alemão (principalmente militares) no pós-guerra- 1,7 milhões de mortos.
- Bombardeamento desnecessário de Dresden (crime de guerra)- 200 000 civis mortos.



Posts relacionados:

Holocausto
http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2007/04/holocausto.html

Geórgia
http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2008/09/crimes-de-agosto.html

http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2008/11/verdade-da-mentira.html